Você vai querer esses 5 itens na sua cozinha

Nem todos são baratos, mas todos são maravilhosos!

1 – A tesoura para cortar ervas, custa 9 dólares na Amazon

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2 – Esse separador de clara e gema, que custa 10 dólares na Amazon

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3 – Esse servidor de shoyu em forma de tubarão, que vende nessa loja da Etsy

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4 – Essa tábua e porta-colher de sangue, 13 dólares cada na Amazon

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5 – E esse rolo de massa com gatinhos, que sai em média por 30 euros!

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Para assistir: documentários maravilhosos que estão na Netflix

Faça um favor a você mesmo e pare de esperar a Globo dublar os documentários da modinha e dividi-los em 50 capítulos no Fantástico. O mundo está recheado de documentários maravilhosos e nem todos são complicados ou entediantes, como muitos acreditam. Separei aqui alguns que eu gostei muito, que estão na Netflix do Brasil e que tem tudo a ver com o universo de quem mora sozinho.

Milk?Captura de Tela 2015-03-14 às 20.15.02

Será que leite faz mesmo bem pra gente? Pense bem: como mamíferos, a gente não devia beber apenas leite materno e apenas durante a infância? O documentário fala disso e entrevista também criadores de vacas leiteiras, entusiastas do leite livre da pasteurização e lobistas de indústrias alimentícias. Faz pensar.

Food Matters

Captura de Tela 2015-03-14 às 20.14.55A gente é o que a gente come. São relatadas pesquisas que curaram câncer e depressão apenas com doses de vitaminas e mostra-se como os médicos que se formam hoje sequer estudam essas pesquisas. Quem lucra com isso? A indústria farmacêutica, claro. O documentário mostra a ligação entre uma coisa e outra e apresenta soluções pro nosso dia a dia: ao invés de percebermos um sintoma, irmos ao médico e ele nos dar remédios, que tal cuidar de verdade da saúde e nunca mais adoecer?

Muito Além do Peso

Esse documentário nacional é chocante ao mostrar em paralelo crianças que estão obesas e os erros na regulamentação das propagandas para criança no Brasil. Além disso, fala dos abusos das empresas alimentícias, fast-food, e ajuda a entender quão ruim certas comidas são fazendo comparações: “em carboidratos, um pacote de biscoito recheado equivale a dez pães franceses”, diz a nutricionista. Seria cômico se não fosse trágico a cara do grupo de mães quando é mostrado quanto óleo tem em um pacotinho de batata frita. No YouTube da produtora também tem o documentário completinho.

Dica de leitura: Todo mundo come

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Esse post é apenas para contar que se você gosta de comida e de ler sobre o assunto (não necessariamente receitas), seu lugar é no Todo Mundo Come, um blog maravilhoso da escritora Aline Valek.

Ele reúne histórias legais que envolvam comida de algum jeito. Meus textos favoritos até agora são “É gelado e é de chupar”, sobre a polêmica de nomes entre geladinho, chupe-chupe e sacolé; “Tem uma lesma na alface” e o texto de convidado “O self service”, uma crônica maravilhosa sobre esse estabelecimento único.

Passa lá ;)

AV

5 dicas para quem quer se tornar vegano

*Texto de Glauce Ferrari

Me tornei vegano, e agora? Quando fui convidada pelo Gabriel para escrever sobre veganismo para o Em Casa Sozinho minha primeira ideia foi: se tornar vegano me lembra muito ir morar sozinho, então achei que podia juntar essas duas experiências em um post. Até porque eu já passei pelas duas, me tornei vegana há 17 anos e saí da casa dos meus pais há 15. E cá estou, viva, saudável, sem ter colocado fogo em nenhuma casa e cozinhando praticamente todos os dias!

Quando uma pessoa opta por adotar uma dieta – ou o estilo de vida – vegano, ela poderá se sentir não somente sozinha em uma casa, mas no mundo. Por mais que o veganismo esteja se tornando mais popular e abordado em grandes mídias, ainda faz parte do estilo de vida de uma minoria. E, convenhamos, decidir morar sozinho no Brasil ainda é um estilo de vida de poucos jovens, né? Mas depois que decide que é isso mesmo que você quer, aprende que não está nessa sozinho e que todo mundo se vira no fim das contas.

Vou deixar aqui as minhas 5 dicas preciosas para quem esta pensando em largar de vez os produtos de origem animal, seja apenas na alimentação ou em geral:

1. Aprenda a cozinhar: sério. Essa sempre foi a minha primeira dica pra todo mundo. Você não vai morrer de fome se não aprender, mas corre o risco de comer arroz, feijão e saladas ou espaguete eternamente se depender de outra pessoa para cozinhar pra você. Não precisa fazer um curso para chef ou passar o dia em frente a TV assistindo todos os programas possíveis de culinária. Comece do básico, mesmo que a princípio isso também signifique arroz e feijão e macarrão. A medida que for tendo intimidade com aquele interessante cômodo da casa chamado cozinha e seus utensílios, irá naturalmente criando certa curiosidade e sendo mais corajoso nas receitas.

2. Se informe: no geral sabemos muito pouco sobre o que realmente precisamos na nossa alimentação quando o assunto é proteínas e vitaminas. Crescemos ouvindo e acreditando no senso comum mas não podemos contar com ele na hora de adotar o veganismo. Existem ótimos sites, profissionais e livros à respeito (inclusive de receitas). Não acredite que sabe tudo a respeito (eu não sei até hoje!) e não dê uma de “vegan junk food” – por mais que esse tipo de alimentação seja tentadora, até o senso comum está começando a pensar que não é uma boa. Um hambúrguer aqui, um hot dog ali são ótimos, assim como sorvete e chocolate (sim, tem isso tudo vegano hoje em dia!), mas uma alimentação balanceada é o ideal pra todo mundo.

3. Leia os rótulos das embalagens e não acredite na primeira resposta que as pessoas te dão em restaurantes: Essa parte é meio chata considerando que os produtos no Brasil, no geral, ainda não tem o selo “vegano”, então ainda é mesmo necessário ler rótulos de embalagens para se certificar dos ingredientes. Claro que depois de um tempo você fica familiarizado com as marcas e produtos que são veganos, mas no início essa leitura será parte da sua vida. E, quando for comer fora, pergunte sempre o que tem no prato. E para mais de uma pessoa. Nem todo mundo que trabalha nos lugares sabe o que foi utilizado na preparação de um prato (na verdade as pessoas raramente sabem, só mesmo o cozinheiro). Vai que aquele hambúrguer de soja leva ovo “pra dar liga”, né?

4. O que fazer em ocasiões sociais: a minha realidade hoje, morando fora do Brasil é outra, mas em todos os meus anos como vegana morando por aí e ainda quando vou de férias, minha técnica é sempre a mesma: coma antes de sair de casa ou depois que voltar – ou leve algo pra você. Claro que isso também depende da intimidade que você tem com as pessoas no caso de uma festa ou almoço/jantar na casa de alguém. Eu, muitas vezes, encontrei uma opção vegana preparada com muito carinho para mim, mas sempre fiz questão de me informar antes sobre essa possiblidade.

5. Pratique muita meditação, inspire e expire: Brincadeira. Não, sério. A quantidade de perguntas que você vai ouvir sobre a sua opção é proporcional a quantidade de piadas (principalmente no Brasil). Ficar puto, xingar, mandar para todos os lugares não vai adiantar, tem gente que até acha que essa reação é um bom motivo pra continuar. Respire fundo e aos poucos vai encontrar um modo de responder (ou não) a esse tipo de comentário. Eu prefiro levar numa boa. E não gasto meu tempo explicando pra quem não esta interessado em ouvir. Com isso, sempre convivi bem com pessoas que comem carne seja no ambiente de trabalho, os amigos ou na família.

Parece complicado? Não é, te garanto. É apenas uma transição, uma fase nova. Assim como morar sozinho. Depois de um tempinho, assim como tirar o lixo da casa, arrumar a cama, lavar as vasilhas e etc, se alimentar e viver sem crueldade torna-se natural e prazeroso. E você não vai sentir falta (ou alguém aqui quis voltar pra casa dos pais depois?).

*Glauce Ferrari é jornalista, cozinheira de mão cheia e dona do sensacional site All About Vegan Food que, em 2015, vai ser focado em famílias veganas. Ela, o marido e o filho (que é vegano desde sempre <3) moram em Dublin. Siga no Instagram.

Testamos: Helpling, um serviço de limpeza pela internet

Limpeza Helpling

Helpling é um serviço de faxina em casa que achei sensacional. Já tinha visto propagandas antes, mas eu tinha uma diarista fixa e nunca precisei dos serviços deles. Mas ela pediu demissão e fiquei sem ninguém pra ajudar na limpeza aqui de casa e fui testar.

No site você faz o cadastro e coloca as informações necessárias pra eles calcularem o tempo do serviço e o preço da limpeza: o custo varia tanto de acordo com a metragem do apartamento quanto com os opcionais que você seleciona. Se você quiser, por exemplo, que limpem as vidraças ou dentro da geladeira, tem que especificar.

Depois de enviado, o serviço está agendado já. Sabe esses serviços de taxi que você coloca seu endereço e eles localizam o taxista mais próximo pra te buscar? É mais ou menos assim que funciona. Uns dias antes do que você agendou, eles te mandam e-mail com o profissional que vai até a sua casa.

Aqui quem veio foi a Sheila, que foi ma-ra-vi-lho-sa. Chegou na hora marcada, super educada e fofa e deixou a casa limpinha. Meu grande problema aqui é acúmulo de poeira, pois minha rua é bem movimentada, e estava tudo bem bagunçado pois acabei de mexer nos canos do banheiro e o chão estava com umas manchas de pó de gesso, sabe? Agora a casa tá show.

O profissional é pago pelo que você contratou, então não vá esperando que seja tipo a empregada que você tinha quando criança e que ela vai cozinhar, passar e remendar suas roupas não. Mas aqui rolaram uns mimos a mais: a Sheila fez a cama, lavou a louça que estava na pia e dobrou as roupas jogadas no sofá. Detalhe: eu não contei pra ela que ia fazer um post sobre Helpling, ou seja: <3

Meu apartamento é pequeno e, pra não atrapalhar o serviço, fui pra academia e pro mercado enquanto ela estava aqui e falei pra ela deixar a chave na portaria quando fosse embora. Simples, simples :)

Se você mora sozinho e tá curto de grana, recomendo que você solicite o serviço com todos os opcionais uma vez por mês, pra ser um faxinão, sabe? Se divide apartamento com amigos, rola de ser uma vez por semana. Aliás, fica mais barato se você deixar tudo agendado com antecedência no site.

O pagamento é feito via cartão de crédito: você digita seus dados na hora do agendamento, maaas eles só cobram depois que o serviço é feito, o que é bem honesto. Não precisa pagar nada pro profissional quando ele vem – o que facilita se você não estiver em casa no dia do serviço, por exemplo.

Legal, né? Achei moderno e uma mega mão na roda.

Helpling - Organização